Arquivo da categoria: Poesia

Lunático

Mov. I – Lua Negra Nova lua, de marcante ausência. Não te vejo no céu mas adivinho o tropéu do cavalo de Jorge. E sinto acuado o formidável dragão que rumina desejos e lança a chama da paixão. lua nova, … Continuar lendo

Publicado em Poesia | 1 Comentário

Borra

Borra   A mó do tempo Reduz os dias a pó. Na maioria eles Têm o amargor do fel, Alguns, poucos, a delícia do mel. É deles que faço, Com leite ou cachaça, A beberagem noturna. Mas de todos resta, … Continuar lendo

Publicado em Poesia | Deixe um comentário

Tiradentes esquartejado

O meu corpo esquartejado, exposto ao tempo, atesta o lamento de um tempo de dor. Minha cabeça, no poste, no posto mais alto, domina horizontes de infinita liberdade. Os meus ossos, beijados, lavados pelo tempo, atestam a decomposição da sociedade. … Continuar lendo

Publicado em Poesia | Deixe um comentário

Encanto de Santa Teresa

Caros amigos, o Alexandre Acampora, revelando-se excelente revelador do Rio, levou-nos a conhecer Santa Teresa, uma das 1.000 maravilhas do Rio. Daí, saiu este poeminha:   Perdi o bonde, tomei Kombi. Tomei ladeira, tomei beleza, tomei bandeira, degrau a degrau … Continuar lendo

Publicado em Notícias e política, Poesia | Deixe um comentário

Trem da Poesia

(no dia nacional da poesia, rumo ao Cristo Redentor) Quero embarcar nesse trem da poesia, da alegria, da comunhão. Quero embarcar nesse trem de dupla mão, trilhos paralelos que se cruzam no delírio, versos de silêncio que se revelam gritos, … Continuar lendo

Publicado em Poesia | Deixe um comentário

Navegante

NAVEGANTE A delícia maior é embarcar nessa barca em branco mar e manejar velame e mastro nas artes de navegar. Buscar equilíbrio de quilha a popa, domando ondas em picos e vagas, metendo-me indômito nas cavas, a buscar o o … Continuar lendo

Publicado em Poesia | Deixe um comentário

Olhos

Para Fê de Paula, o  poeta.  OlhOs   Olhos vazios de imagens externas ou internas, olhos que desafiam universos e desfiam tédio, barrancos de abismos não adivinhados, espólios de nadas no deserto da alma.   Olhos, olhos orbitais em vazias … Continuar lendo

Publicado em Poesia | Deixe um comentário