Arquivo do mês: abril 2008

OchiChornie

Ochi chornie, olhos negros, faróis na estepe escura, magia oblíqua, cigana, no mistério da oferta nua. Ochi chornie… Bordas da lua, bordas dos seios, alvos sóis onde gravitam meus olhos. A noite devora certezas e cospe desejos na língua lânguida que degusta. … Continuar lendo

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De vestido e investiduras

  Iniciado nas artes da magia do todo e das partes, ainda assim quedo parvo, quando ele, objeto comum, adentra o espaço.   Não é um amuleto, não é divino nem sacro, é apenas um vestido, diria até… barato.   … Continuar lendo

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Antimatéria

Por falta de assunto saco do ar — poluído ou translúcido, não importa — uma coisa qualquer que exista na nihilidade. O mais óbvio: paixão. É tudo e nada; preenche por completo e ao fim nos leva à alienação total. … Continuar lendo

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Doceria da Esquina (memórias de 64)

Este poema nasceu quando tive de explicar como é que falávamos / escrevíamos na época da ditadura, decorrente do golpe militar de 1964.     Cuidado. Na esquina há uma doceria. Não entre, não tente, se ausente que das vitrines … Continuar lendo

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